Bruno-Mello-R-Santos

Dr. Bruno Mello R Santos

Professor Adjunto de Urologia da Faculdade de Medicina da UFMG
Doutor em Cirurgia pela Faculdade de Medicina da UFMG
Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da UFMG em 1999. Residências em Cirurgia Geral e Urologia pelo Hospital das Clínicas da UFMG de 2000 a 2005. Pós-Graduação em Laparoscopia Urológica pela Cleveland Clinic Foundation em 2006. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e Sobracil.

Área de Atuação

Urologista do Hospital Mater Dei, foco em cirurgia minimamente invasiva, laparoscópica urológica.

Objetivo da Palestra

Orientar sobre os tipos de incontinência urinária e seus tratamentos.
Conscientizar que a incontinência urinária nunca deve ser considerada normal e sempre merece avaliação com vistas a tratamento

Conteúdo Programático

Incontinência urinária

Qualquer tipo de perda involuntária de urina é considerada incontinência urinária. Tal situação nunca é considerada normal, merecendo sempre avaliação médica e tratamento.
Há dois tipos mais comuns de incontinência urinária: de esforço e urge-incontinência. Na incontinência de esforço, a perda urinária ocorre quando há algum tipo de contração da musculatura abdominal, como tosse, espirro, pegar peso, dançar, etc. Pode ser esporádica e leve, por exemplo, uma perda urinária em gotas quando espirra muitas vezes seguidas, mas pode, em alguns casos, ser desencadeada por movimentos realizados no dia-a-dia, como levantar-se, andar, etc, com maior volume de urina perdido, e portanto, necessidade de uso de maior número de protetores higiênicos ou até mesmo fraldas.
O outro tipo comum de incontinência urinária e a urge-incontinência. Nela, a perda urinária ocorre devido a uma contração vigorosa da musculatura da bexiga, que é involuntária. A pessoa sente uma vontade forte de urinar e não consegue inibi-la, perdendo urina involuntariamente. Por vezes pode ser desencadeada pela aproximação do banheiro, ou ao se ouvir uma torneira ligada. Também pode ser em pequena intensidade ou em grande volume de incontinência.
Pode-se ter ambos os tipos de incontinência na mesma pessoa, quando chamamos de incontinência mista.
Inicialmente deve ser feita uma avaliação médica para tentar-se identificar o tipo de incontinência, seu grau, se há algum fator causal que possa ser removido, e por fim, propor-se um tratamento.
Os tratamentos vão desde a realização de fisioterapia para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, passando pelo tratamento medicamentoso, até formas mais invasivas de tratamento, como a injeção de toxina botulínica (Botox) na bexiga ou a colocação de telas para fornecer suporte à uretra.
Importante vencer o preconceito e se entender que incontinência urinária nunca deve ser considerada “normal”, em nenhuma idade. Há, quase sempre, alguma forma de tratamento para melhorar ou mesmo curar a incontinência urinária, levando a melhora da qualidade de vida, menor chance de depressão e de isolamento social.

Local

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